Feira de Santana registrou mais de 200 casos de abuso e exploração sexual entre crianças e adolescentes em 2025
Por Hamurabi Dias | 15/05/2026 18:17 e atualizado em 15/05/2026
Foto: Izinaldo Barreto/Arquivo
Resumo da notícia
- Feira de Santana registrou 213 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes em 2025, segundo dados do Conselho Tutelar.
- Entre os registros, 191 casos são de abuso sexual e 22 de exploração sexual envolvendo menores.
- A campanha Maio Laranja reforça a importância das denúncias, da proteção às vítimas e da conscientização da sociedade sobre o problema.
Durante a campanha Maio Laranja, dedicada à conscientização e ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, um dado preocupante acende o alerta em Feira de Santana. De acordo com informações do Conselho Tutelar, o município registrou, somente em 2025, um total de 213 casos de violência sexual envolvendo menores.
Desse total, 191 ocorrências correspondem a abuso sexual, enquanto 22 estão relacionadas à exploração sexual de crianças e adolescentes. Os números evidenciam a gravidade da situação e reforçam a importância da mobilização social e institucional para o enfrentamento desse tipo de crime.
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A campanha Maio Laranja tem como objetivo sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de proteger crianças e adolescentes, incentivando denúncias e promovendo ações educativas. A data de 18 de maio, que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, é um dos principais momentos de intensificação dessas atividades.
“Os números registrados em Feira de Santana são alarmantes e nos mostram que o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes estão mais próximos da nossa realidade do que muitas vezes imaginamos. O Maio Laranja é um chamado à responsabilidade coletiva. Precisamos fortalecer a rede de proteção, incentivar as denúncias e, principalmente, ouvir e acolher nossas crianças e adolescentes. Cada caso representa uma vida marcada pela violência, e o silêncio nunca pode ser uma opção”, expressou Caique Barreto, vice-presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente.
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