Hospital Municipal de Feira de Santana terá mais de 100 leitos, centro cirúrgico e UTI, anuncia secretário de saúde
Por Dandara Barreto | 02/06/2025 09:08 e atualizado em 03/06/2025
Foto: Reprodução
O projeto do novo Hospital Municipal de Feira de Santana avança em ritmo acelerado. Em entrevista ao Grupo Lomes de Comunicação, o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, revelou detalhes sobre a proposta, que prevê mais de 100 leitos, centro cirúrgico e unidades de terapia intensiva. A unidade será construída na Avenida Maria Quitéria, no espaço onde funcionava a antiga Associação de Proteção à Infância (API).
De acordo com Rodrigo Matos, o Hospital Municipal será viabilizado por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). A modelagem do projeto está sendo feita por uma fundação especializada, que alinha o perfil assistencial elaborado pela equipe técnica à realidade financeira e de mercado da parceria.
“Já começamos a desenhar o perfil assistencial. Ele já estava pronto tecnicamente, mas numa PPP é preciso casar com a estruturação econômico-financeira. A contraprestação que será paga à empresa vencedora da licitação, responsável por construir, equipar e operar o hospital, depende dessa análise”, explicou o secretário.
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Ainda segundo Rodrigo, a previsão é de que, já na próxima semana, a empresa inicie a sondagem do terreno para dar andamento aos projetos. O perfil assistencial está praticamente finalizado, e alguns pontos já estão definidos: o hospital contará com leitos de retaguarda clínica, centro cirúrgico para procedimentos gerais e ortopédicos (como cirurgias de ombro e joelho, pouco ofertadas atualmente), além de leitos de UTI.
O projeto também prevê uma estrutura ambulatorial robusta, com foco na média complexidade, a fim de evitar internações desnecessárias. “Um paciente diabético bem acompanhado no ambulatório, por exemplo, não desenvolve complicações que o levem à UTI. Por isso, esse atendimento prévio é fundamental”, destacou Rodrigo.
A Secretaria de Saúde ainda avalia os serviços de imagem que poderão ser ofertados, como tomografia e ecocardiograma, levando em conta a viabilidade econômica do projeto.
“O município vai fazer a sua parte. Estamos construindo uma estrutura que, de fato, atenda à demanda da população e reduza a sobrecarga nas UPAs e policlínicas”, concluiu o secretário.
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