Influenciador Hytalo Santos e esposo viram réus por produção de pornografia infantil
Por Yasmin Mota | 24/09/2025 06:22 e atualizado em 24/09/2025
Foto: Reprodução/ Facebook Hytalo Santos
Resumo da notícia
- Hytalo Santos e Israel Nata Vicente ("Euro") tornaram-se réus por produção de pornografia infantil, com desmembramento do processo para que outras acusações — como tráfico de pessoas, exploração sexual de menores e favorecimento da prostituição — sejam analisadas pela Vara Criminal de Bayeux.
- Segundo o Ministério Público da Paraíba, o casal usava fraudes, promessas de fama e vantagens materiais para atrair adolescentes em situação de vulnerabilidade. As vítimas eram submetidas a procedimentos estéticos, tatuagens sexualizadas e tinham a rotina e comunicação rigidamente controladas
- Presos em São Paulo e transferidos para a Paraíba, os réus podem responder por diversos crimes graves previstos no Código Penal. O Gaeco pediu R$ 10 milhões em indenização por danos coletivos, destacando a premeditação e organização do esquema criminoso.
A 2ª Vara Mista de Bayeux aceitou parcialmente a denúncia contra Hytalo Santos e o marido dele, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, e tornou o casal réu por produção de conteúdo pornográfico com crianças e adolescentes. A Justiça determinou o desmembramento do processo, para que outros crimes, como tráfico de pessoas e exploração sexual, sejam analisados pela Vara Criminal do município.
Segundo a denúncia do Ministério Público da Paraíba, além da produção de pornografia infantil, o casal também deve responder por tráfico de pessoas, exploração sexual de menores e favorecimento da prostituição. Esses crimes, previstos no Código Penal, não podem ser julgados pela Vara da Infância e Juventude, que tem competência apenas para delitos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
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Presos em São Paulo em 15 de agosto e transferidos para o Presídio do Róger no dia 28, os dois são acusados de usar artifícios de fraude, promessas de fama e vantagens materiais para atrair vítimas em situação de vulnerabilidade. O MP afirma que os adolescentes eram submetidos a procedimentos estéticos, tatuagens de caráter sexualizado e rígido controle de rotina e comunicação.
O Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado) pediu ainda que os acusados paguem R$ 10 milhões em indenização por danos coletivos.
A investigação apontou como parte de um modus operandi “estruturado e premeditado” a realização de procedimentos estéticos e tatuagens de caráter sexualizado, além de um rígido controle sobre as rotinas e meios de comunicação dos adolescentes.
Fraudes, promessas de fama e vantagens financeiras como forma de atrair as vítimas também foram apontados como parte do esquema voltado para a exploração sexual de crianças e adolescentes.
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