José Ronaldo diz que força-tarefa trabalha para destravar zona azul em Feira de Santana
Por Hamurabi Dias e João Guilherme Dias | 04/12/2025 17:53 e atualizado em 04/12/2025
Foto: ACM
Resumo da notícia
- Prefeito anuncia força-tarefa para agilizar a implantação da zona azul em Feira de Santana, com objetivo de publicar o projeto no início de 2026.
- Equipe técnica e jurídica da Prefeitura trabalha diariamente para destravar o processo, que é uma demanda da população.
- Tentativa anterior de implantação via leilão na B3, em 2024, foi suspensa pelo TCM por irregularidades apontadas na licitação.
O prefeito de Feira de Santana José Ronaldo de Carvalho (União) comentou durante anuncio de investimentos para iluminação natalina na cidade, na última quarta-feira (3), que uma força-tarefa trabalha para acelerar a implantação do sistema de estacionamento rotativo pago, conhecido como zona azul.
O gestor citou como exemplo a concorrência pública para Parceria Público-Privada (PPP) para gestão do Estádio Joia da Princesa, que está em fase de recebimento de propostas. No caso da zona azul, segundo o prefeito, o colegiado é formado por uma equipe de técnicos da Secretaria de Administração e equipe jurídica da Procuradoria-Geral do Município.
“Estão trabalhando arduamente, diariamente, porque nós precisamos concluir esse processo da zona azul porque é um desejo da comunidade, é uma reclamação do povo, para que a gente possa publicar isso no início de 2026”, comentou Ronaldo.
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LEILÃO NA BOLSA DE VALORES E SUSPENSÃO PELO TCM
A última iniciativa para colocar a zona azul de Feira de Santana em prática foi um leilão na Bolsa de Valores em São Paulo, a B3, em 2024, na gestão do prefeito Colbert Martins da Silva Filho. Segundo a Prefeitura, em setembro de 2024, duas empresas chegaram a avançar para a próxima fase da licitação (concorrência pública nº 61-2024-CP), que seria o julgamento das propostas financeiras.
O processo previa a concessão do serviço até 20 anos, com expectativa de gerar uma receita anual de cerca de R$ 15 milhões para o município. No entanto em outubro de 2024, os conselheiros da 2ª Câmara Julgadora do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) da Bahia suspenderam a concorrência, após analisar uma denúncia que indicou a existência de dez irregularidades no processo, as quais impediriam a obtenção da melhor proposta na contratação.
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